A Amida ficou na história pelo Digitrend dos anos 70, um relógio de leitura vertical em que as horas são projetadas por um prisma para a face frontal da caixa, uma solução tão estranha quanto genial. A marca foi relançada em 2021 com uma reedição fiel, agora em quartzo, mantendo a caixa em forma de cunha e o vidro safira.
É um objeto de design puro, mais próximo da escultura do que do relógio convencional, e um clássico de culto entre entusiastas.